Uma volta por Fafião

Antes que ficassem impossíveis aproveitei um excelente dia de sol para visitar a conhecidas Cascatas de Barjas (ou Tahiti como são habitualmente conhecidas).

O sitio é espectacular… mas às 9 horas da manhã, antes da confusão. Não consigo sequer imaginar como será visitar este sitio em pleno Agosto…


A little walk in the Peneda-Gerês National Park, area of the village of Fafião.

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Elixir de La Suerte – Peña Ubiña

De regresso a esta conhecida via de Peña Ubiña. Este ano em condições muito diferentes do ano passado. Apesar de haver menos neve as condições, apesar de não serem perfeitas, estão muito melhores. O ressalto de entrada bem mais agradável mas o característico diedro está mas mesma completamente seco. Havia também mais gelo, especialmente na parte superior. Conforme as previsões do tempo a descida já foi com alguma queda de neve, nevoeiro e vento na parte superior.

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900 gr de abrigo | 900 gr of shelter

Com base na pirâmide (um dos desenhos mais resistentes ao vento) e em algumas tendas com excelentes referencias no mercado do material light, desenhei e construí uma das tendas com interior mais leve que conheço (mas ainda longe de algumas verdadeiramente leves 🙂 ).

Com 900 gramas (tudo incluído) esta tenda usa os bastões (que habitualmente já transporto) como sustentação. Construída com silnylon e uma coluna de agua de mais de 5000 mm garante-me protecção em condições bem adversas.

Sem interior de rede e só com chão de impermeável tem espaço para duas pessoas.


Based on the pyramid shape (one of the toughest designs in the wind) and in some tents with excellent references in the light equipment market, I designed and built one of the lighter tents I know with this shape (but still away from some truly light :)) .

With 900 grams (all inclusive) uses trekking poles as support. Built with silnylon and a water column of more than 5000 mm assures me protection in adverse conditions.

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Peña Ubiña – Corredor del Pilar e Corredor de la Aguja

Excelente fim de semana para terminar o inverno (será ??). Corredor del Pilar na face sul da Ubina com neve a sofrer as consequências dos anteriores dias com chuva mas mesmo assim ainda bem formado. O corredor da la Aguja na face Nordeste com excelentes condições a zona do diedro bem formada. Algo completamente fora do habitual em finais de Abril.

Climbing in Peña Ubiña, north of Spain.

Volta na Serra da Peneda – Parte 1 (Trail in the Gerês National Park)

Eram 13 horas quando saía do Lindoso. Uma hora vergonhosa para começar uma marcha. E mais estando previsto 25 km para esse mesmo dia.

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tudo pronto?

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 saida do Lindoso…

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… com vista para os conhecidos espigueiros

Mas a desculpa sempre: a alguma coisa que ficou por fazer. Lá arranco para o primeiro estradão: 7 km de alcatrão que ligam o Lindoso à aldeia de várzea. Antigamente está ligação era um caminho de terra batida mas agora da paisagem que temos do lado da barragem.

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as cores do outono

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a barragem do Lindoso em plena descarga

Chegados à várzea toca a seguir o trilho para a mistura de águas.  Infelizmente a parte do caminho que passa por baixo da aldeia acumula o lixo que é largado nas rua de cima. Estamos num parque nacional que é noticiado por todo o  mundo mas eu não consigo ver isto, por exemplo, nos nossos vizinhos espanhóis. É habitual nas nossas aldeias encontrar lixo nas partes mais baixas arrastado pelas chuvas. Será que não era mais importante fazer educação ambiental nas populações do que estar preocupado em proibir ou quer controlar as marchas feitas por quem recolhe todo o lixo que faz e por vezes o que lá encontra?

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dado que a barragem está baixa aparecem curiosos desenhos

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e antigas construções

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o “monstro” vai atacar

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a aldeia de Várzea

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e actual estrada de acesso junto à água

Lá continuo pelo trilho até ao local até à “Mistura de águas”, curioso nome para o local onde se juntam os rios Peneda e Laboreiro e até onde chega hoje as aguas da barragem do Lindoso. Mas mal chego tenho uma desilusão.

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a caminho da “Mistura de Águas”

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e cá está ela bem carregadinha

Os meus planos eram seguir o rio Laboreiro mas as chuvas dos últimos dias tornaram isso impossível. Os rios estão demasiado carregados e apesar de procurar ao longo das margens não consigo encontrar uma travessia segura, muito menos para quem está sozinho. Infelizmente a ponte construída em Portugal e Espanha há uns anos não serve para nada. Entre o local que estou e a sua localização tenho o rio Peneda pela frente. Questiono-me porque diabo terá ela sido construída! Situação? Voltar para trás? Ou aproveitar o bom tempo e “inventar” outra volta?

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o vale de acesso a Tipo dominado pela maior parede de Portugal: a Nédia

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para que não haja duvidas

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Optei pela segunda! Toca a virar para Tibo e seguir o rio Peneda. O caminho está bastante molhado e muitas partes com autênticos rios. Também se nota que ele começa a fechar em alguns troços. Chego a Tibo. E agora para onde sigo?

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depois das chuvadas à cogumelos por todo lado

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a Nédia com os seus 500 metros e muitas recordações

Decido virar para a Sra. da Peneda já que nunca fiz esta parte do rio. Nas margens do rio nota-se o caudal e a violência que este teve há muito pouco tempo. Mas também a quantidade de lixo que este trás. É impressionante como um rio com mais de 15 kms de vida até este ponto pode trazer tanto lixo. Nas grades dos campos que ladeiam o rio parece que estiveram a estender a roupa velha. Tirando este importante à parte o caminho velho que liga as aldeias, perdido por entre encostas  e pinheiros, é extremamente bonito.

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a força das águas já conseguiu destruir novamente os degraus de acesso desta ponte

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e encher as cercas de lixo

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um curioso moinho a meio do vale

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Chego  à Sra. da Peneda de uma forma completamente diferente para mim, e que me faz recordar como seria a entrada do peregrinos à cerca de um século atrás. Atravesso o pátio dos antigos quartelos agora transformados em alojamento. É pena que prefiram manter o preço alto que praticam do que ter o espaço alugado. E a antiga casa da guarda-fiscal podia funcionar como um refúgio mas só é possível alugar se for um grupo grande….

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antigos caminhos…

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de acesso à Senhora da Peneda

Agora só falta a ultima parte: subir até à lagoa. Uma subida para “aquecer” o final do dia. No meio do lusco-fusco lá vejo os tubos para o novo aproveitamento elétrico da Peneda.

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as ultimas luzes do dia

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enquanto o jantar fica pronto

São já oito da noite quando chego e já só consigo ver uma leve luz a bater na água da lagoa completamente cheia que contrasta com a visão de há uns meses quando a esvaziaram totalmente. Toca a a preparar as coisas para o jantar e descansar que o dia amanhã vai ser longo.

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registos do dia

Escalada Pé-do-Cabril / Climbing of the Pé-do-Cabril

Another great day of climbing, this time in the Peneda-Gerês National Park, to climb one of the classic routes in the area.
Situated on the rocky top of the Pé-do-Cabril got some great views to the mountains of Serra do Gerês, Serra Amarela and Serra da Peneda.
It is not a particularly difficult route, but the second part runs a beautiful and aerial roof with a great atmosphere.

Mais um dia de escalada, desta vez no Parque Nacional Peneda-Gerês, para escalar uma das vias mais clássicas desta zona.
Situada no alto rochoso do Pé-do-Cabril tem umas excelentes vistas quer para a Serra do Gerês quer para a Serra da Amarela e da Peneda.
Não é uma via especialmente difícil, mas a sua segunda parte percorre um bonito e aéreo tecto com um excelente ambiente.

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